sexta-feira, 23 de junho de 2017

Sócrates: um Filme de Roberto Rossellini


Sócrates: um Filme de Roberto Rossellini

Admirável mundo novo - Aldous Huxley


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— E esse — interveio sentenciosamente o Diretor — é o segredo da felicidade e da virtude: amarmos o que somos obrigados a fazer. Tal é a finalidade de todo o condicionamento: fazer as pessoas amarem o destino social de que não podem escapar.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Luc Ferry - A Revolução do Amor

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"Que tipo de vida, que relação assumir com os outros, especialmente com aqueles que amamos — 
potencialmente todo homem é amável, e podemos 
ter encontros ao longo de toda a vida —, sabendo-se
 que, assim que um ser nasce, ele é velho o bastante para morrer?"

"Como viver com aqueles que amamos sabendo que eles são mortais, e nós também? Como viver o luto do ser amado numa sociedade que não crê mais na imortalidade da alma, nem no feliz reencontro post mortem? Como aceitar as transformações da paixão amorosa no seio do casal sabendo que ela, em geral, tem um tempo, e que nem sempre é uma doce amizade que toma seu lugar?"

"O que significa, aliás, a expressão “vencer na vida”, se não a reduzirmos à dimensão puramente social e material?"

"A dignidade de um ser não depende dos talentos recebidos com o nascimento, mas do que ele faz deles, não da natureza e dos dons naturais, mas da liberdade e da vontade da pessoa humana, quaisquer que sejam seus dotes iniciais."


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Por que virou “IN” assistir a Ana Maria Braga? - Por Ana Maria Braga


Muita gente diz que a vida é generosa comigo.
Eu concordo.
Mas queria pontuar uma coisa – nessa vida, só colhe quem semeia. Não tem colheita farta se você não dedicar seu tempo plantando.
Vejo muitos jovens buscando sucesso imediato. Pessoas no começo da carreira almejando algo instantâneo. Só que, cada vez mais, também presencio uma onda de frustração muito grande dessa geração. Pessoas que acabam iludidas pelo que é instantâneo. Querem arrancar a fruta sem nem adubar o solo.
Vim de uma família que não tinha muito dinheiro. Mas meu coração sempre alimentou muitos sonhos.
Os sonhos podem ser sementes poderosas. Mas, sozinhos, eles não fazem muita coisa.
Experimente jogar sementes num piso de mármore e me diga depois.
Por isso, sei que existem momentos de plantar, existem momentos de colher. E eu sempre respeitei isso na vida.
Só que também sei que, por mais que eu esteja tendo uma boa colheita agora, ela só será possível amanhã se eu continuar plantando incansavelmente.
Estou contando isso pra vocês porque pode parecer estranho para alguns eu, como estrela de primeiro escalão de uma grande emissora, possa estar tão feliz com os resultados de minha atuação na internet.
Faz pouco tempo que mudei todo o meu site, fiz uma plataforma mais colaborativa, orgânica, e mesmo tendo uma presença digital forte, sabia que podia investir mais em receitas, trazendo aquilo que sei fazer melhor de um jeito que chegue em todas as idades, agradando quem é de internet e quem e de radinho de pilha.
Dizem que eu estou na moda. Que virou ‘in’ assistir Ana Maria, que os jovens piram com meus memes na internet.
A única coisa que eu posso dizer é que o show sempre tem que continuar. Enquanto tem música, dance. Pode mudar o ritmo, a estrofe, e até o cantor. Mas uma coisa é certa – quem se recusa a acompanhar a evolução dos tempos, acaba se entupindo de nostalgia. Engolido pelas próprias raízes.
Eu quero colher. Quero plantar. E quero criar tendência.
Não importa a sua idade. Não importa de onde você veio. O que importa é pra onde você vai. E mesmo que a gente vá um dia acabar tudo no mesmo buraco – esse intervalo entre o nascer e morrer só depende da sua habilidade em se reinventar diariamente.
A vida pode ser generosa com todo mundo.
Plante incansavelmente. Mesmo sob tempestade de areia.
E esteja aberto a ouvir os conselhos das pessoas.
Acho que essa é a maior generosidade que você pode ter consigo mesmo.
Fonte: https://goo.gl/vv2xK6

segunda-feira, 5 de junho de 2017

A revolução do amor: por uma espiritualidade laica - Por Luc Ferry



A revolução do amor: por uma espiritualidade laica*

FERRY, Luc. A revolução do amor: por uma espiritualidade laica. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012, 359 p. 

O renomado filósofo francês, Luc Ferry, nos apresenta uma importante contribuição sobre as revoluções do amor-paixão e as metamorfoses do humanismo moderno. A obra que por ora se apresenta foi publicada na França, no ano de 2010, com o título La révolution de l’amour. No Brasil, foi publicada com o título A revolução do amor: por uma espiritualidade laica, no ano de 2012, com a tradução de Vera Lúcia dos Reis, pela editora Objetiva. 

Luc Ferry é considerado um dos mais influentes intelectuais franceses em atuação. Nasceu no ano de 1951, quando jovem teve dificuldade de se socializar. Foi criado em um ambiente modesto (interiorano) onde teve uma boa formação dos pais. Seu pai de tradição gaullista foi piloto de corridas e sua mãe professora. Vivenciou a efervescência ideológica dos anos 1970-1980 e, tornou-se conhecido como intelectual depois da publicação do ensaio “Pensamento de 68” no ano de 1985. Teve uma passagem como ministro da Educação, sob o governo de Jean-Pierre Raffarin de 2002 a 2004, da qual ficou conhecido como o ministro que aboliu as burcas nos colégios públicos da França (separação entre religião e Estado). Ele define a filosofia como uma soteriologia, isto é, uma doutrina da salvação (competindo com as religiões). Em outras palavras, como vamos ver nesta obra, Luc Ferry defende uma religiosidade (espiritualidade) laica centrada humanização do divino e na revolução do amor.

Leia o texto na íntegra clicando no link abaixo:


quinta-feira, 1 de junho de 2017

O que VOCÊ quer ser quando crescer?


Ótimo vídeo para repensar a vida!

Mesmo aos 30 anos ainda me faço a pergunta: 

O que quero ser quando crescer?

Sempre me surpreendo com as respostas, tão diferentes a cada etapa da minha vida.

As respostas mudam, a pergunta não...

Mas então, me diga:

O que VOCÊ quer ser quando crescer?

Abraços